Março - Dia Nacional sobre Mudanças Climáticas; Dia Internacional das Florestas e da Árvore; Dia da Água
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| Dia Nacional de Conscientização sobre as Mudanças Climáticas (16 de março); Dia Internacional das Florestas e da Árvore (21 de março) e Dia da Água (22 de março). |
Dia Nacional de Conscientização sobre as Mudanças Climáticas; Dia Internacional das Florestas e da Árvore e Dia da Água
Mês de março comemora, Dia Nacional de Conscientização sobre as Mudanças Climáticas (16 de março); Dia Internacional das Florestas e da Árvore (21 de março) e Dia da Água (22 de março). Estas datas, tem como objetivo conscientizar a sociedade sobre: os impactos das mudanças climáticas do planeta; a preservação do meio ambiente; a importância das florestas; árvores e água.Estas datas lembradas em calendários, se tornam uma oportunidade para: refletir, realizar campanhas educativas e ações que levam a sociedade a pensar como podemos contribuir para a proteção do clima e preservação da natureza. É pensar o que podemos fazer a começar em nós!
Existe um ditado que diz "Uma andorinha só não faz a primavera ou verão", mas existe também um que diz "A união faz a força". O que podemos considerar mediante estes ditados é que uma falha ou a desistência de alguém ou algo, não seja impedimento para que a causa final seja alcançada. É fazer a nossa parte!
O mundo está cada vez mais urbanizado
O mundo está cada vez mais urbanizado, a população concentra-se nas grandes metrópoles e regiões urbanas no mundo. Infelizmente as cidades mais urbanizadas são as que mais emitem o aumento das concentrações de CO2 (dióxido de carbono) acima do normal, sendo mais 70% de gases que afetam o efeito estufa. A queima de combustíveis fósseis e o desmatamento, aumentam o efeito estufa, provocando o aquecimento global.
Outra preocupação é a água. Grande parte da água do nosso planeta é salgada e a água doce existente para consumo humano, está cada vez mais limitada. O mundo entrou numa era de "falência hídrica global", de acordo com a ONU (2026). Cerca de 50% dos grandes lagos e 70% dos aquíferos estão em descida, devido à má gestão, poluição e alterações climáticas.
O mundo está a gastar mais do que recebe, extraindo dos rios, lagos, zonas húmidas e aquíferos subterrâneos, mais rápido do que os repõe. A natureza nos provê chuva e neve, mas o calor, a poluição e a seca, estão a agravar o problema, reduzindo a água disponível. As aguas cada vez mais tóxicas, dificultando o reaproveitamento da água para uso humano.
É muito importante que cidades altamente urbanizadas, sejam resilientes e criem soluções estratégicas eficazes para solucionar tais problemas. Dentre estas estas estratégias podemos citar: planejamento urbano sustentável, eficiência energética, promoção das energias renováveis a nível local, gestão sustentável da água e dos resíduos e infraestruturas verdes (Paisagismo urbano e Arborização urbana).
A Educação ambiental é um processo contínuo de conscientização, uma prática diária. Tem como visão despertar a responsabilidade individual e coletiva na preservação do meio ambiente e na construção de um futuro sustentável. Ou seja, busca desenvolver consciência, conhecimento e atitudes responsáveis em relação ao meio ambiente. Programas educativos para escolas e comunidades, são fundamentais para construção de um mundo melhor.
https://www.unep.org/pt-br/noticias-e-reportagens/comunicado-de-imprensa/onu-e-parceiros-lancam-iniciativa-para-transformar
https://cidadespeloclima.pt/2025/04/22/cidades-e-alteracoes-climaticas/
Outra preocupação é a água. Grande parte da água do nosso planeta é salgada e a água doce existente para consumo humano, está cada vez mais limitada. O mundo entrou numa era de "falência hídrica global", de acordo com a ONU (2026). Cerca de 50% dos grandes lagos e 70% dos aquíferos estão em descida, devido à má gestão, poluição e alterações climáticas.
O mundo está a gastar mais do que recebe, extraindo dos rios, lagos, zonas húmidas e aquíferos subterrâneos, mais rápido do que os repõe. A natureza nos provê chuva e neve, mas o calor, a poluição e a seca, estão a agravar o problema, reduzindo a água disponível. As aguas cada vez mais tóxicas, dificultando o reaproveitamento da água para uso humano.
É muito importante que cidades altamente urbanizadas, sejam resilientes e criem soluções estratégicas eficazes para solucionar tais problemas. Dentre estas estas estratégias podemos citar: planejamento urbano sustentável, eficiência energética, promoção das energias renováveis a nível local, gestão sustentável da água e dos resíduos e infraestruturas verdes (Paisagismo urbano e Arborização urbana).
Educar ambientalmente
Em meio a tantos acontecimentos catastróficos ambientais recorrentes. Se dermos um passo e nos educarmos ambientalmente, este gesto se tornará como uma ferramenta de sobrevivência e de transformação ética. Educar ambientalmente é como olhar o mundo para além de nós mesmos. É ampliar as possibilidades de fazer algo, inspirar outros a fazerem o mesmo.A Educação ambiental é um processo contínuo de conscientização, uma prática diária. Tem como visão despertar a responsabilidade individual e coletiva na preservação do meio ambiente e na construção de um futuro sustentável. Ou seja, busca desenvolver consciência, conhecimento e atitudes responsáveis em relação ao meio ambiente. Programas educativos para escolas e comunidades, são fundamentais para construção de um mundo melhor.
Fonte:
https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ccne/2024/06/20/a-importancia-da-arborizacao-urbana-para-cidades-sustentaveis https://www.unep.org/pt-br/noticias-e-reportagens/comunicado-de-imprensa/onu-e-parceiros-lancam-iniciativa-para-transformar
https://cidadespeloclima.pt/2025/04/22/cidades-e-alteracoes-climaticas/
https://mundoeducacao.uol.com.br/quimica/dioxido-carbono.htm
https://www.dge.mec.pt/sustentabilidade-para-educacao-ambiental
https://www.youtube.com/watch?v=oV3pK3SOjxo
https://saudemais.tv/noticia/41840-nao-fazer-nada-e-caminhar-para-catastrofe-ambiental
https://www.dge.mec.pt/sustentabilidade-para-educacao-ambiental
https://www.youtube.com/watch?v=oV3pK3SOjxo
https://saudemais.tv/noticia/41840-nao-fazer-nada-e-caminhar-para-catastrofe-ambiental

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